| Artesanato e Ofícios |
|
O artesanato faz-se representar por Associações e Artesãos especializados num vasto leque de técnicas como a tanoaria (obrigatória e ancestral num concelho vitivinícola), as mantas de retalhos (que há muito doutrinam a reutilização), mas também a arte da cerâmica, o fabrico de utensílios, esculturas e brinquedos em madeira e metal, a costura por medida, a reparação de calçado; ou ainda as artes de pedreiro e de carpinteiro. Os ofícios também ocupam praça no Concelho, personalizados por barbeiros, sapateiros, merceeiros, resineiros…
CanteiroA sul, a cantaria persiste desde longa data, firmada em terras calcárias, reivindicando gestos argutos, destemidos, dominadores e certeiros. Esta arte afirma-se pelos traços fortes e decididos, mas também pelo eco seco e sibilante que produz, tal qual a paisagem árida e imponente que a reveste.
CesteiroEm Terras de OURÉM, com particular incidência na parte mais irrigada do concelho, o vime é o senhor da cestaria e contribui para a dignificação dos cestos enquanto especialidades tipicamente locais. A sua elaboração cumpre-se com utensílios em número escasso e de funções primárias.
LatoeiroEste é outro ofício que viria a conquistar o empenhamento dos
TanoeiroA arte da tanoaria é indispensável e ancestral, num concelho onde o cultivo da vinha constitui tradição, de cuja prática resulta o célebre vinho palhete ou medieval de Ourém. SapateiroA produção de um par de sapatos resulta dos seguintes momentos da cadeia operatória: moldar a pele, juntar numa máquina e pregar na forma, palmilhar, assentar e cozer as solas, executar acabamentos e pormenores manuais consoante o pé a que se destina o calçado.
|